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Galeria dos Secretários

1889 à 1920

JOÃO CORDEIRO 1889 – 1890
Nasceu em Sant’Anna, a 31 de agosto de 1842. Filho de João Cordeiro da Costa e Floriana Angélica da Vera Cruz.
Aderiu ao Movimento Abolicionista, presidindo a Sociedade Libertadora Cearense.
Com a transição republicana no Ceará, lutando nas hostes liberais, ao lado de Rodrigues Júnior, Senador Paula Pessoa, José Pompeu, dentre outros, constituiram uma "Comissão Executiva" que governou o Estado, tendo sido o 1º mandatário o do Cel. Luiz A. Ferraz.
Nesse período até 4 de abril de 1891 João Cordeiro comandou os destinos do Estado, deixando o poder com o ato do governo Federal, que lavrara sua demissão e do Major Benjamin Liberato Barroso dos cargos de 1º e 2º Vice-Presidentes.
Depois de ter representado o Estado na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, foi indicado para Governador do Acre, não chegando a assumir.
 
WALDEMIRO MOREIRA 1890 – 1891 / 1896 - 1900
Nasceu na cidade de Granja, Ceará, a 9 de junho de 1856. Filho do Major Custódio Joaquim Moreira da Costa e de Eugênia Gomes Moreira.
Advogado provisionado com escritório em Fortaleza, exerceu o mandato de Deputado Provincial (1884-1889). Foi nomeado Chefe de Polícia do Estado do Ceará (1889); Mordomo e Provedor da Santa Casa de Misericórdia de Fortaleza (1890-1906); Inspetor do Tesouro (1890-1891); Secretário de Estado dos Negócios da Fazenda (1890-1891 e 1896-1900), Presidente da Câmara Municipal de Fortaleza (1896-1902). Em 1902 foi novamente eleito Deputado Estadual, e em 1906 Deputado Federal, sendo reeleito em 1909.
 
MIGUEL FERREIRA DE MELO 1892 – 1896
Nasceu a 4 de janeiro de 1845, no sítio "Salgadinho", entre Olinda e Recife. Filho de Francisco Ferreira de Melo e Matilde Francisca de Melo. Veio para o Ceará como Oficial de Gabinete do Presidente da Província, Dr. Francisco Teixeira de Sá. Foi Diretor Geral dos Negócios do Interior, acumulando a Secretaria dos Negócios da Fazenda, quando do falecimento de Viriato Ribeiro, desempenhando sempre o papel de mentor na coisa pública. Desempenhou por vinte e duas vezes cargos de Secretário, privado e de Estado.
De têmpera austera, guardião dos interesses financeiros do Estado, Miguel Ferreira de Melo, foi ardoroso defensor da ética política.
 
RAIMUNDO VIRIATO RIBEIRO 1900 – 1903
Nasceu nas plagas cearenses em abril de 1855. Filho do Capitão José Máximo Ribeiro e Raimunda Cândida Saraiva. Casou-se cm D. Josefa Carvalhedo, filha de Raimundo Felizardo Carvalhedo e Josefa Cavalcante. Era primo legítimo dos ilustres baturiteenses: Desembargador João Firmino Dantas Ribeiro, membro do Superior Tribunal de Justiça, o qual presidiu-o quando do seu cinquentenário (1924), tendo também exercido as funções de Secretário de Estado; Dr. Raimundo Francisco Ribeiro, foi advogado, Juiz de Direito e Professor da Faculdade de Direito; Luiz Severiano Ribeiro, nas ações empresariais, destacou-se como "o rei do cinema".
Na transição do século XIX e XX, Viriato Ribeiro administrativa com firmeza os Negócios Fazendários.
 
MAURÍCIO GRACO CARDOSO 1904 – 1905
Nasceu em Sergipe, na cidade de Estância, a 9 de agosto de 1874. Filho do professor Brício Cardoso e Mirena Cardoso.
Na Escola Militar do Rio de Janeiro terminou os estudos preparatórios.
Iniciou os estudos superiores em 1899 na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, e transferindo-se para o Ceará, bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1907. Dedicou-se ao jornalismo, sendo redator do órgão aciolino "A República". Professor Catedrático de História do Brasil, no Liceu, interinamente, substituiu o professor Artur Augusto Borges. Lecionou Direito Constitucional na Faculdade de Direito. Nomeado Secretário da Fazenda em 1904, deixou o cargo em 1905 para se candidatar a Deputado Federal, representando o Ceará na Câmara de 1906 a 1911. Eleito 1o Vice-Presidente do Estado, (1908-1912). Eleito Deputado Federal por Sergipe, em 1922, e Senador por esse Estado, do qual também foi Presidente.

Publicações:

  • Comentários ao Código de Comércio e ao Código Penal.
  • Elogio de Castro Menezes – Homenagem ao Ministro da Agricultura Simões Lopes.
 
EDUARDO THOMÉ DE SABOYA 1906 – 1908
Nasceu em Fortaleza, Ceará, a 01 de maio de 1876. Filho de José Thomé da Silva e Anna Figueira de Saboya e Silva.
Fez os estudos preparatórios no Liceu do Ceará, seguindo para o Rio de Janeiro em 1894.
Dedicou-se ao jornalismo estreando na imprensa diária como auxiliar de José do Patrocínio na Cidade do Rio. Foi redator do Debate (1897-1998), diretor do Correio de Notícias, da Bahia (1899-1900), e fundador d’O Commércio (RJ), mantendo por um ano esse periódico com Domingos Olympio, Frota Pessoa, Antônio Salles, dentre outros.
Concluiu na cidade de Salvador, o curso de Direito, sendo nomeado Oficial de Gabinete do governador da Bahia, Dr. Severino Vieira.
Transferindo-se para o Ceará assumiu a cadeira de Direito Criminal da Faculdade de Direito do Estado, na condição de Lente Catedrático. Escolhido para o cargo de Secretário da Fazenda no governo do Dr. Nogueira Accioly, acumulou o de Secretário Interino da Justiça.

Publicou:

  • "Contos do Ceará", com introdução de Antônio Sales.
  • "Relatório da Secretaria da Fazenda ao Presidente do Ceará" (1906).
 
RAYMUNDO LEOPOLDO COELHO DE ARRUDA 1908 – 1912
Nasceu em Sobral, Ceará, a 2 de Novembro de 1863. Filho de Vicente Ferreira de Arruda e de Guilhermina Gomes Coelho de Arruda.
Estudou no Liceu do Ceará, foi para a Bahia, onde concluiu o curso de Farmácia, em 1884. De volta ao Ceará, dedicou-se ao Magistério, sendo nomeado professor de Português do Liceu, em 1888, e posteriormente de Latim, Geografia e Literatura. Militando na política foi Deputado em várias legislaturas. É autor do Projeto de Lei n° 6, de 7 de julho de 1897, criando a Faculdade Livre de Direito do Ceará. Além disso, colou grau como Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1907.
Fundou, juntamente com outros intelectuais, a Academia Cearense de Letras.

Cargos que ocupou:

  • Nomeado pelo Presidente Accioly, Secretário dos Negócios da Fazenda (1908/1912), concomitante ao de Secretário de Justiça e Segurança Pública;
  • Membro do Conselho de Instrução Pública do Ceará;
  • Presidente da Associação dos Servidores Públicos do Estado;
  • Professor Catedrático e um dos fundadores da Faculdade de Farmácia e Odontologia do Ceará;

Escreveu vários trabalhos, dentre estes: "Discursos", "Medicina e Farmácia"- publicada, em 1922, no Almanaque do Ceará.

 
JOAQUIM COSTA SOUSA 1912 – 1914
Nasceu em Acaraú, Ceará, onde frequentou a escola primária. Empregou-se no comércio aos 14 anos, veio para Fortaleza, onde conseguiu trabalhar como balconista e auxiliar de escritório na firma Gradvohl Fréres. Ouvindo constantemente os patrões falarem o idioma Francês, aprendeu com professor que lecionava das 21 às 22 horas, iniciando, o aprendizado de Inglês com o negociante português, Joaquim Manuel Simões. Aprendeu, ainda, o Alemão e o Italiano. Prosperando no comércio, deixou a firma Gradvohl, abrindo com um irmão um estabelecimento importador.
Exerceu o cargo de Secretário da Fazenda no período de 1912 a 1914.
 
HERMÍNIO BARROSO 1914 – 1915
Nasceu em Canindé, Ceará, a 15 de agosto de 1867. Filho do Coronel Paulino Joaquim Barroso e Francisca Carolina Barroso.
Depois de longo período na Europa, onde concluiu sua educação, concorreu à Cadeira de Alemão do Liceu do Ceará, sendo escolhido com a tese: Vocalismo e Consonantismo: "acentuação e quantidade sob o ponto de vista histórico", in 8º de 93 pp., impressa na litografia Cearense, rua Formosa, nº 66 e 68, Fortaleza, 1896.
Recebeu o Diploma de Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais em 1907 pela Faculdade de Direito do Ceará.
Foi Secretário da Fazenda do Estado do Ceará, em 1914-1915.
Pai do ex-Governador do Estado Parsifal Barroso.
 
EDGAR AUGUSTO BORGES 1915 – 1916
Nasceu em Fortaleza, Ceará, a 15 de Setembro de 1885. Filho de Artur Augusto Borges e Marieta Borges. Formado pela Faculdade de Direito do Ceará em 1908, dedicou-se à política, sendo um dos chefes do Partido Republicano Conservador, e Diretor-Proprietário do jornal "Diário do Estado", (1914).
No governo do Coronel Benjamin Liberato Barroso foi Secretário da Fazenda, cargo que exerceu de 31 de outubro de 1914 a 30 de Junho de 1916. Proprietário da Agência de Loterias Federais, foi também Diretor do Clube Iracema. 2º Vice-Presidente da Assembléia em 1929.
Foi das mais destacadas a sua atuação na política do Estado sendo fiel aos princípios programáticos do PRC (Partido Republicano Cearense).
 
ANTÔNIO FIÚZA PEQUENO 1916 – 1920
Nasceu no Icó, Ceará, a 11 de outubro de 1875. Filho de Felismino Fiúza Lima e Maria Cândida Fiúza Pequeno.
Iniciou sua carreira como caixeiro do português João Veloso, passando depois, à casa de J. Bruno Filho & Cia. Nomeado Contador do Banco de Pernambuco, filial do Ceará, saiu para abrir escritório de representações e comissões, em 1903, de importantes casas européias. Eleito Vice-Presidente da Associação Comercial, em função de Presidente, idealizando a construção do Palácio do Comércio. 2º Presidente da Federação das Associações do Comércio e Indústria do Ceará, Presidente efetivo da Associação Comercial, representou essas entidades conservadoras em diversos congressos, a exemplo da reunião do comércio em Teresópolis, onde apresentou uma tese sobre a Rede de Viação Cearense.



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