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Mantidos R$ 4 bi em investimentos para 2017

24 de janeiro de 2017 - 00:00

A redução de gastos sobre o Executivo e demais poderes no Estado não afetará os investimentos públicos, previstos para R$ 4 bilhões neste ano. De acordo com o secretário da Fazenda, Mauro Filho, o teto para os gastos do Estado, instituído por uma emenda constitucional aprovada pela Assembleia no ano passado, limitará apenas o custeio da máquina, que poderá ter um acréscimo de até 7% do valor executado em 2016 neste ano.


“Enquanto a União limita o gasto primário, aqui no Ceará, (o limite) é sobre o gasto primário corrente, ou seja, o gasto de capital. Investimento e inversão financeira estão livres para crescer. Essa é a diferença (da proposta federal), além de que não vale só para o Executivo, mas também para o Judiciário, o Legislativo, a Defensoria, os tribunais de conta e o Ministério Público”, explicou Mauro Filho ao participar ontem da primeira reunião do Monitoramento de Ações e Projetos Prioritários (Mapp) deste ano, promovida no Palácio da Abolição.


Tendo em vista que o custeio da máquina cresceu 10% no ano passado em relação a 2015, o secretário aponta que essa é a hora de fazer um ajuste e garantir a solvência fiscal do Ceará.”É preciso deixar claro que o ajuste fiscal não é um fim em si mesmo, mas (uma ferramenta para) dotar o Estado de condições financeiras para fazer o que o cearense cobra do governo. É a capacidade de investir que está sendo discutida”, pontua.